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Amostra de palestra de educação emocional foi dada para colaboradores do escritório de saúde mental – USP

No dia 23 de setembro, em prol da campanha Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, o diretor da International Youth Fellowship América do Sul, Dr. Min Chul Lim, realizou na Superintendência da Assistência Social da Universidade de São Paulo, uma palestra de educação emocional com o tema: “Suicídio em jovens na Coréia do Sul e as possibilidades da educação emocional”, que contou com a presença de cerca de 30 pessoas, dentre elas alunos, funcionários e professores convidados.

O Dr. Lim foi convidado pelo professor da USP, Andrés Antúnez, vice-diretor do curso de psicologia, em sua visita ao Brasil no ano passado, durante a palestra realizada na Câmara Municipal dos vereadores de São Paulo. Através deste convite, foi possível realizar esta primeira palestra na USP.

Devido à ausência do professor Antunéz, a doutoranda Erika Rodrigues recebeu a todos os participantes e de início ao evento com suas saudações de boas-vindas. Ela também disse que o escritório de saúde mental foi fundado em 2018 e a demanda de alunos que os procuram aumenta diariamente.

Após foi exibido um vídeo enviado pelo professor Andrés, o qual saudava a todos os presentes e também foi apresentado o vídeo institucional da IYF Brasil.

O Dr. Min Chul Lim explicou, no início, o trabalho que vem realizando com jovens do mundo inteiro e também com os jovens da escola, a qual é diretor. Segundo ele, o novo parâmetro de educação emocional que vem aplicando é baseado em três pilares: a música, que tem como característica principal o “idioma universal” (a capacidade de atingir as pessoas em uma linguagem que todos compreendam); academias, trabalhos em grupos para que os jovens possam expressar e conhecer os outros; e as palestras.

 

Em sua palestra, apontou a diferença entre os países que cresceram por ter relações com outros, como a Jordânia e Dubai, e países que não aceitaram a ajuda dos outros, como a Síria.

“Se o pensamento mudou, o futuro daquele país também mudará. A Síria não pede ajuda, pois pensa que pode se sustentar economicamente com o seu petróleo, porém, mesmo tendo riquezas, o país está em uma situação de guerra civil e problemas de refúgio.”

O palestrante disse que ensina os jovens a pedirem ajuda diante de suas dificuldades, e incentivou os professores a ensinarem seus alunos a pedirem ajuda.

“Peçam ajuda! Nós temos o conhecimento para ajudá-los. Se os alunos souberem que os professores pensam neles, se preocupam com eles, não haverá mais problemas, pois eles pedirão ajuda.”

No final, Lim, teve um momento de perguntas e respostas com os participantes e elogiou a todos que fazem parte do escritório de saúde mental e disse que se todos os professores e colaboradores estão se preocupando com os estudantes, é porque este lugar tem futuro, pois estão zelando por vidas.

A aluna de psicologia, Josiane, acredita que o trabalho das palestra de educação emocional ajuda as pessoas a expressarem melhor os seus sentimentos.

“Estamos cada vez mais individualistas. Estas técnicas (da educação emocional) vai unir e vai trazer de uma maneira mais leve os assuntos, a ponto de as pessoas entenderem e se permitirem fazer o uso dessa comunicação e poder se expressar, poder usar da sua linguagem para poder expressar o que realmente estão sentindo.”

Através dessa palestra os professores, mestrandos, doutorandos e colaboradores puderam conhecer educação emocional aplicada pela IYF, uma ferramenta para, mais do que tudo, resgatar o coração dos jovens que estão isolados em seus próprios pensamentos.

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