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No dia 25 de setembro o diretor da IYF América do Sul, Dr. Min Chul Lim, teve uma reunião com o coordenador de relações internacionais da cidade de São Paulo, Rodrigo Massi, e a diretora da divisão de educação especial da cidade de São Paulo, Monica Leone, para apresentarem o programa de educação emocional.

 

Na reunião foram citados alguns trabalhos realizados pela prefeitura do município de São Paulo e também alguns projetos de novos currículos na área educacional da cidade.

A diretora da DIEE, Monica Leone, disse que em São Paulo há mais de 1 milhão de alunos quase 3 mil escolas, por isso eles buscam sempre projetos de formação para os professores e também buscam aperfeiçoar os espaços educativos.

O Dr. Lim comentou um pouco de como funciona o sistema de cargas complementares para os professores da Coreia.

“Na Coreia, o professor tem que completar a carga horária de um mês por ano.  E dentro desse um mês tem nós fazemos uma programação e aplicamos as palestras de acordo com o tempo, ou quantidade estimada que recebemos.”

Segundo ele, o que mais limita aos trabalhos em parceria aqui no Brasil, é que há um grande prejulgamento quando eles se apresentam como OSCIP. Por isso ele se disponibilizou a realizar os trabalhos em parceria com a prefeitura e disse que estaria aberto às propostas dadas para oferecer apoio no setor da educação, aplicando as palestras aos programas municipais.

A diretora Monica estimou o trabalho da educação emocional e se dispôs diante deste trabalho.

“Nós damos muito valor para a saúde emocional para todos no nosso setor e isso é bem-vindo nas escolas da nossa rede.”

Antes de terminar a reunião, o diretor da IYF, Min Chul Lim, disse que, se a prefeitura tiver um projeto, ele quer ajudar a prefeitura, porém não pode se comprometer a fazer por anos.

“O país é de vocês. Os filhos são de vocês. A Coreia também se desenvolveu porque foi ajudada por outros países, e hoje queremos retribuir essa ajuda.”

Após esta reunião, os diretores da educação e das relações internacionais disseram que iam passar as propostas a seus secretários, e eles têm grande esperança no possível trabalho entre a Prefeitura de São Paulo e as palestras de educação emocional.

 

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